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O Processo Psicoterápico Psicanalítico Bioniano Infantil

Para compreender melhor o processo psicoterapêutico pela vertente psicanalítica, serão considerados os autores: Winnicott, Klein, Zimerman, Bion e Ferro. Além desses teóricos, há o principal autor da psicanálise, Freud, o fundador da mesma. Tomar-se-á bases da psicanálise a partir de Freud, porém a compreensão da técnica psicanalítica partirá, principalmente, dos outros autores citados.

Como bem sabemos, a terapia com a criança difere em alguns pontos com a de um sujeito adulto. Uma especificidade do processo psicoterápico com criança é o quão o brincar está presente nesses momentos. Para Winnicott, o brincar seria a centralidade do processo psicoterápico em si, o qual descreve que

 

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Entendendo algumas dificuldades da Hipnose enquanto Ciência

A Hipnose no Brasil é considerada científica? Acredito que a resposta seria “Sim e Não”. Ela é sim considerada ciência, pois alguns conselhos de saúde afirmam da grande utilidade que ela tem como auxiliadora aos tratamentos realizados – os conselhos seriam: CFM, CFO, CFP e CREFITO. Mas porque eu disse “não”? Pelo fato de várias pessoas ainda a enxergarem como crendice, falsa, miraculosa, mística, vinculada aos ocultistas… Ou seja, mesmo tendo a validação científica, muitas das pessoas, até mesmo das universidades, acreditam que ela não é útil nem mesmo verdadeira. E porque isso? Acredito que a história do “surgimento” da Hipnose pode nos dar uma luz a essa escuridão. Portanto, contarei um pouco sobre uma das ciências que a descartou.

A Hipnose surgiu antes de Wundt, criador da Psicologia Experimental, sendo ela usada como tratamento. Wilhelm Wundt (1832 – 1920) sempre foi dedicado aos estudos desde jovem. Aos 19 anos entrou para a faculdade de Medicina e, em 1875, ingressou como professor em Leipzig, instalando seu laboratório e produzindo por 45 anos depois disso[1]. Leia mais

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Sofrimento da dor é opcional: Pesquisas recentes da correlação entre pensamentos negativos na dor e seu cérebro

Especialistas concordam que a experiência da dor é influenciada por um grande número de fatores biológicos, sociais e psicológicos. O estado do nosso corpo físico, a quantidade e a qualidade do apoio que recebemos de nossa família e amigos, e nossas crenças sobre a dor trabalham juntas para influenciar a intensidade e qualidade de todas as nossas sensações, incluindo a dor.

De todos os fatores psicológicos que têm sido estudados e que se mostra associado à dor e ao seu impacto em nossas vidas, o único (pelo menos por enquanto) e mais consistente fator associado à dor são os pensamentos catastróficos ou negativos sobre a dor [1-3].

Catastrofização pode ser definido como pensamentos e crenças extremamente negativos sobre a dor. Eles incluem pensamentos tais como “É terrível!”, “Isso nunca vai ficar melhor”, e “Eu não posso suportar mais essa dor”. Leia mais